terça-feira, 14 de agosto de 2012

O futuro do País

Futuro do pais, e a criança o futuro do país.
Ora, se a crinça no Brasil passa fome, é submetida às mais diversar formas de violência física e trabalho, não tem escola, nem saúde, como pode ser esse o país do futuro? A realidade brasileira atual, indica que, definitivamente a criança, nestas condições, não é o futuro do nosso país.
A dignidade de milhões de crianças brasileiras está sendo roubad
a diante do desrespeito aos direitos humanos fundamentais que não lhes são reconhecido. De acordo com o estatuto da criança e do adolescente, é dever da família, da sociedade e do poder público assegurar, com absoluta prioridade a efetivação dos direitos referentes à saúde, à educação, ao esporte, à dignidade, ao respeito e a liberdade entre outros.
Atualmente, no Brasil, milhares de crianças têm seguido o estatuto da criança de uma forma um tanto quanto peculiar. Para muitas destas, a educação tem sido a submiçao à seus patrões. O esporte, cedeu lugar ao trabalho pesado e finalmente a dignidade tem sido cumprida pela remuneração de um salário mínimo, sendo que, cada criança trabalha, em media, 10 horas por dia.
Esta situação miserável em que se encontra grande parte das crianças brasileiras é gerada principalmente pela ação do poder publico da sociedade e da família. Primeiramente, o poder público, que não atua de forma prioritária e efetiva punindo aqueles que são diretamente responsáveis pela exploração do trabalho infantil. Em segundo lugar, a sociedade, que se omite diante do problema. E principalmente a família, que, submetida aos constrangimentos da miséria, busca com o trabalho infantil elevar a renda mensal familiar, alem de enxergarem no trabalho um caráter moralizador e disciplinador, que afastaria os jovens de grupos marginais e delinqüentes.
Contudo pensar em politicas que combatam essa forma de exploração é também conhecer a realidade das familias e dar condições para que as mesmas possam se sustentar e dar condições dignas de vida para essas familias, punir as familias desenconhecendo essa realidade é promover injustiças e uma brutalidade a realidade vivida por elas, afinal punir é fácil mas como combater de forma justa digna e igualitária?
A partir deste conjunto de instituições, a liberdade a que se refere o estatuto da criança, se torna impraticável, uma vez que nem mesmo a família, como a intuição mais intima do jovem, não consegue ampará-lo. “O homem nasceu livre, e em todos os lugares ele está acorrentado” (Rousseau).
 

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