quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Você militante ele Militar

                          O que fazer quando se apaixona por alguém totalmente dos seus ídeais? Bom se você também ficou sem resposta no ínicio deve me entender, agente não manda no coração.quando voê apaixona por alguém que não gosta do mesmo prato que você, ou da mesma cor o problema é fácil de resolver na verdade e tão insignificante que agente nem descute mas é quando é assim:
- você crente ele Ateu.
-Você socialista ele Nacista;
-Você vota ele nulo;
-Você militante ele militar;
É eu também me assustei com essas comparações mas antes que o dia acabasse e eu surtasse, minha mae ouvindo minha aflição bem assim me disse:"O sonho da igualdade só cresce no terreno do respeito pelas diferenças..." Preciso dizer mais? Não né, o nosso amor é maior que as diferenças.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

O futuro do País

Futuro do pais, e a criança o futuro do país.
Ora, se a crinça no Brasil passa fome, é submetida às mais diversar formas de violência física e trabalho, não tem escola, nem saúde, como pode ser esse o país do futuro? A realidade brasileira atual, indica que, definitivamente a criança, nestas condições, não é o futuro do nosso país.
A dignidade de milhões de crianças brasileiras está sendo roubad
a diante do desrespeito aos direitos humanos fundamentais que não lhes são reconhecido. De acordo com o estatuto da criança e do adolescente, é dever da família, da sociedade e do poder público assegurar, com absoluta prioridade a efetivação dos direitos referentes à saúde, à educação, ao esporte, à dignidade, ao respeito e a liberdade entre outros.
Atualmente, no Brasil, milhares de crianças têm seguido o estatuto da criança de uma forma um tanto quanto peculiar. Para muitas destas, a educação tem sido a submiçao à seus patrões. O esporte, cedeu lugar ao trabalho pesado e finalmente a dignidade tem sido cumprida pela remuneração de um salário mínimo, sendo que, cada criança trabalha, em media, 10 horas por dia.
Esta situação miserável em que se encontra grande parte das crianças brasileiras é gerada principalmente pela ação do poder publico da sociedade e da família. Primeiramente, o poder público, que não atua de forma prioritária e efetiva punindo aqueles que são diretamente responsáveis pela exploração do trabalho infantil. Em segundo lugar, a sociedade, que se omite diante do problema. E principalmente a família, que, submetida aos constrangimentos da miséria, busca com o trabalho infantil elevar a renda mensal familiar, alem de enxergarem no trabalho um caráter moralizador e disciplinador, que afastaria os jovens de grupos marginais e delinqüentes.
Contudo pensar em politicas que combatam essa forma de exploração é também conhecer a realidade das familias e dar condições para que as mesmas possam se sustentar e dar condições dignas de vida para essas familias, punir as familias desenconhecendo essa realidade é promover injustiças e uma brutalidade a realidade vivida por elas, afinal punir é fácil mas como combater de forma justa digna e igualitária?
A partir deste conjunto de instituições, a liberdade a que se refere o estatuto da criança, se torna impraticável, uma vez que nem mesmo a família, como a intuição mais intima do jovem, não consegue ampará-lo. “O homem nasceu livre, e em todos os lugares ele está acorrentado” (Rousseau).
 
                      O dia amanheceu mais azul hoje eu não sei se era a minha volta a militância que marcava isso ou se simplismente o dia realmente tava ais bonito, acredito que as duas coisas, amanheci cheia de ídeias, cheia de projetos pessoais e claro para militância tanbém, fui as ruas conversei com o povo, falei com eles sobre tudo, sobre a realidade politíca no estado, e claro sobre o que precisavamos avançar além de fazer uma bela campanha de abraços gratis, (risos) como sempre fui muito bem recpcionada pelo povo, se duas pessoas me trataram mal foi muito, não tem nada que um bom abraço pela manhã não mude nosso dia, a sociedade tem cada dia mais se matido afastada, de 10 pessoas que encontra na rua pela manhã 8 não tiveram recebido nem um tipo de abraço, que absurdo.
                         Contudo queria perguntar, você já abraçou hoje?? Se não, corra e abrace alguém, diga que á ama, esqueça a merda do relógio no pulso e viva, seja independente você é jovem, faça planos ou não ninguém tem nada com isso, seja você. seja quem você quer ser...




quarta-feira, 8 de agosto de 2012

E por isso que eu luto!

                           Estou em uma conferencia em brasilia, mais uma vez na defesa do povo brasileiro, e em um breve intervalo abro a  pagina de meu face, e entre minhas mensagens muitas carinhosas pelo meu estado de saúde que venho enfrentando está a seguinte:


  Jessica minha linda eu nao queria de forma nenhuma te falar isso, mas aqui ta dificil, de verdade, e nao esta so pra mim, para a(----), pro (-----), pra todo mundo.... Eu sei que temos uma meta estipulada por mim de criar quatro gremios mas ta complicado, eu sei que vc ja passou por isso, aquela sensação de que o mundo esta todo contra vc, poiseh to com isso, eu nao sei como ta ai pra tu, mas porfavor venha aqui em (----) qualquer dia desses, a minha escola precisa de um novo folego, eu estou tentando tirar forças se tudo quanto eh lugar, mas nao esta adiando, eu ja fiz planos, novas escolhas, aticulei, porem, sinto que esse fusca aqui, precisa de uma fora na partida e algo me diz q vc iria apenas com uma visita fazer as coisas andarem. Eu volto a lhe convidar, assim q possivel venha aq na nossa linda cidade para q sua energia possa contaminar essa galera e eles passem a ter a vontade de lutar q nos temos. Aguardo respostas, saudades, bjos

                      E em lágrimas eu terminei de le-lá, por que? pelo simples fato que um dia eu tinha certeza que era referência deles, mas não tinha a mesma certeza que eu ia continuar a ser, não tinha a certeza que mesmo não presidindo mais essa entidade secundarista, eles ainda iriam me procurar, tão pouco saberia se fui uma boa líder, mas acho que hoje eu obtive essa resposta e entendo que por todos os meus dias cansada eu ainda tinha força, tenho força por eles , por que muita gente acredita em mim, e acredito nos sonhos que eu os doeei apresentei, de fato com todas as intrigas e pessoas que puxam meu tapete eu sei que estes estão lá pra me acolher caso eu precise, mesmo não sendo mas secundarista sigo no movimento em defesa de cada um deles, afinal uma frase que vi um dia por ai dizia assim:" somos responsáveis pelas pessoas que cativamos.." e acho que é bem verdade, eu jamais abandonarei vocês, claro que tenho minhas falhas, todo mundo tem, mas e delas que me fazem ser humano, e elas que me fazem perdoar e seguir em frente, sei que tem muita gente que eu incomodo e pretendo icomodar muito mais, já viu alguém tacar pedra em arvores que não dá fruto?Eu não!!

                  E se ainda depois dessas palavras alguém tiver coragem de perguntar por que eu luto, eu faço questão de te  mostrar que não sou loca, e que nem estou só , o país dos sonhos é posível, com eles, é sim, e te contar que esses sentimento de um mundo contra nós é estramamente normal, como nãos e sentir assim em um país que só te proporciona desigualdades? com um sistema que não nos favoresse ? Eu dizia: quem mandou eu nascer num mundo que sonhos são meros sonhos? Hoje eu digo: Eu nasci num mundo que meus sonhos são possiveis, com a luta diária que eu faço.

 
               Mas aos meus camaradas eu estou aqui, e ajudarei smepre vocês, eu luto por cada um de vocês é levanta ai que vc tem muita greve pra fazer, você pode, e me organizando que eu posso desorganizar, ja devem ter ouvido essas canções, e elas são tão sinceras quanto o meu compromisso com vocês, meus líderes maximos, vamos a luta!!!!!!!!!!!!!

sábado, 4 de agosto de 2012

Eu não sei o que seria se não estivesse aqui;

                          
                              Eu não sei o que seria se não estivesse aqui, talvez estudasse numa escolhinha por aí, talvez, eu fosse, uma marginal, uma paty, uma infeliz ou muito feliz, mas eu não me importo com o que eu seria ou onde estaria, estar aqui, militando vale apena demais pra pensar em planos secundários.
                              O meu amor pelo meu país é maior que as guerras mundiais, os meus sonhos são maiores que o cansaço as noites em claro fazendo planejamentos, ou esperando uma manifestação.
                            Construindo os meus sonhos eu sou mais, muito mais, podem dizer muito por eu defender o socialismo mais não se tira nada de ninguém sem dar nada em troca, e desumano, e a tempos o capitalismo não me oferece nada.
                                Eu fico imaginando se os jovens a mais tempo na militância uns que já se foram e outros não, se eles sentem ou sentiram o  mesmo que eu, o calor da luta, o fogo que deixa o coração em brasa.
                                A pior coisa que pode acontecer quando se milita e a paixão ou o amor por outro militante, ás tarefas existem e tarefa dada é tarefa cumprida, caso essa apareça e tenha qe escolher entre a missão e  paixão, o verdadeiro militante sem dúvida deve escolher a missão, não é fácil escolher entre as paixões da sua vida, mais agente escolhe, temos um sonho maior pra construir e você sabe que ele também faria o mesmo, então você sofre e só.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

O AMOR É O QUE MESMO?

Você não se cansa de pisar em falso dos caminhos tortos? Da incerteza dos beijos? Eu esperei o portão que nunca se abriu os empecilhos que o tempo nunca levou as estrelas que nunca brilharam, o amor é amor por que mesmo?

terça-feira, 19 de junho de 2012

Aos Filhos de uma nova era...



(aos filiados ao partido comunista do Brasil)

                       Já houve um tempo em que qualquer possibilidade de uma participação minha em um partido ou atividade deste era uma idéia que me causava repulsa. Vangloriava-me de não me interessar por política partidária inclusive dispensando sobre ela todos os males desta sociedade. Mas não era por menos, quando criança sempre usava minha bicicleta de propaganda ambulante, não que eu soubesse de fato quem era o candidato, era apenas uma criança, os defendia até me pareciam tão sérios e compromissados, e até referência mas mesmo criança eu sabia que depois de eleitos eles não faziam muito pelo povo, isso me decepcionava amarguradamente, o desgosto pela política foi tomando conta de mim assim como já dominava meu pai, e para muitos mais trabalhadores, á esperança e alternativa de emancipação do povo pobre e explorado deste país. Alguns candidatos que os traiu covardemente se entregando aos interesses da burguesia.
Apesar dos pesares não houve como refutar-me da vida política, parecia que era inevitável, alimentada pelos meus sonhos por minha vontade de mudança, que estava em mim, que crescia a medida que eu crescia também, pode parecer nada haver mas mesmo sem querer eu era sempre a líder de sala, todos os meus anos escolares  e olha que meu pai vivia mudando e eu mudando de escolas junto,quando cheguei em Goiânia ás coisas não eram muito fáceis não que fosse no Pará mas lá agente tinha a família e mato pra caçar caso faltasse algo, aqui não havia essas coisas, me revoltava quando na coordenação do Colégio Damiana da Cunha dizia, que eu e meu irmão não entraríamos se não comprássemos o uniforme .Ou minha mãe comprava o uniforme ou o alimento para casa, isso me deixava indgnada, me perguntando aonde, aonde que com esse sistema temos ás mesmas condições de avançar, de ”crescimento”?Se até escola pública nós e privada!
            Imaginava ás outras milhões de mães que andavam a pé de campinas até o centro pra poder o dinheiro do sit - passe comprar o gás do mês,  ou que juntavam latinhas pela noite pra comprar pedrinhas e fazer chaveiros e ensinando seus filhos madrugada a dentro de baixo de um mosqueteiro  a ler por que o ensino é de péssima qualidade, aprendi a ler com minha mãe não foi na  escola.               
                     Imaginava quantas crianças vendiam chaveirinhos e faziam algo pra completar renda da família, podem ser coisas banais mas que acontecem com ás famílias bem mas do que agente simploriamente possa imaginar, ainda imagino quantos famílias não passem por isso, nunca tive vergonha de catar latinhas, nunca tive vergonha de vender qualquer coisa que fosse e agradeço a minha mãe que me ensinou a me virar em qualquer lugar e onde eu fosse, falar em combater o trabalho infantil é fácil, todo mundo fala, mas não se investe em ensinar alguma coisa á essas crianças que vai forma pra vida e pro mercado de trabalho, mudei de escolas ainda mas uma 4 ou 5 vezes até ir para no Lyceu de Goiânia, onde também fui representante de classe, através disto conheci o grêmio que me falaram de uma tal de UGES (união goiana dos estudantes secundaristas), diziam que era o movimento estudantil, eu me perguntava :será que é mesmo? Será que meus heróis existem? A resposta era sim!Em um dia lá estavam eles na porta do Lyceu de Goiânia uns 3mi estudantes, liderados por um menino de sorriso torto denominado Catraca, meus olhos brilhavam, e desci ao encontro deles como se eu soubesse exatamente o que fazia, (o pior é que eu sabia), ELES lutavam por 10% do PIB, pelo pré-sal , e um monte de coisas que eu desconhecia mais isso só me motivou a conhecer mais é mais,  passou –se o tempo e sem perceber um ano de luta se passou ao lado da UGES, muitas ocupações, manifestações, pula catraca, e era a chegada o grande congresso da UGES é já filiada a UJS (União da Juventude Socialista) me perguntaram se eu poderia ser a candidata para presidência da UGES pelo biênio 2011-2012, pensei muito, agora convicta de que era socialista e de era ali meu lugar, eu disse : Sim !!E fui eleita a primeira mulher a presidir a UGES em 38 anos. E missão dada é missão comprida, com um time novo começamos a nossa gestão com uma GREVE dos professores, ao contrário do que pensam apoiar a greve dos professores não foi uma decisão difícil de ser tomada eu sempre achei que era isso que os estudantes deviam fazer, apoiar a sua classe seus mestres, caímos com todo apoio a GREVE dos professores, a luta pelo PASSE LIVRE continuou, a luta por nossa sede, pelos 10% do PIB pelo PRÉ SAL, e muitas outras que foram dadas a nós, sem desistir nós continuamos esquecendo ás turbulências, nós saímos muito bem, passei no vestibular, não era mas secundarista precisava seguir o curso natural acadêmico de todo estudante, e isso queria dizer deixar a presidência da UGES, meu coração se apertava mas sabia que meu vice presidente irá tomar muito bem conta dessa entidade. Então é chegada o Congresso Mucipal da UJS, e um novo desafio é me dado, ser presidenta da primeira MUNICIPAL da UJS em Goiânia, era mas tarefas mas lutas, e muitas mais critícas, orgulhosa de tal confiança, amedrontada com o andamento e o crescimento das coisas, coração apertado em ter que fazer a transição da UGES para UJS, consultei meus dirigentes mas próximos na UGES eles disseram : Sim nós agüentamos por aqui, e ali eu vi, uma família em que eu era brava quando tinha que ser, mas acolhia quando era necessário, mas era a hora de nós prepararmos para a despedida, mais convicta ainda de ser Socialista  aceitei minha nova missão, defender o socialismo dos nossos sonhos, defender a juventude socialista e ir a luta sem medo novamente, foi com a UJS que tive atunidade de entender mais claramente como se davam as divergências de grupos e partidos políticos entre a juventude organizada, e principalmente perceber suas práticas. Foi atuando em um movimento estudantil que defende a aliança operário-estudantil; uma educação pública gratuita, de qualidade, socialmente referenciada; que combate toda forma de opressão machista, racista, homofóbica; que pude entender verdadeiramente a necessidade da construção de uma nova sociedade, um novo modelo de sociabilidade em que seriam possíveis os nossos sonhos. A UGES sempre tomou suas decisões com os estudantes.

A partir dos encontros estudantis, dos congressos, acabei por conhecer e me interessar no Partido Comunista, pude identificar que haviam os que lutavam, e fui convencida por mim mesma, em uma mesa de conversa de que eu era Comunista, de que eu fazia política de verdade, e havia muitos outros ali que também fazia, minha alienação política não existia mais, eu queria fazer algo pela JUVENTUDE e pelos seus pais, eu não entrei pro movimento com o intuito de seguir carreira política quem me acompanhou sabe, no movimento, na luta e principalmente vendo quais eram as organizações partidárias que sempre estavam nas ruas, nas intervenções junto aos trabalhadores, que fui desmistificando o que eu pensava ser um partido político da classe., o qual eu não sabia ainda mas, teria orgulho em reivindicar tempos mais tarde. EU ERA COMUNISTA , filiei ao partido Comunista do Brasil.
               A verdade é que eu não precisava de anos estudando para compreender que o sistema capitalista não serve a nenhum dos homens e mulheres que verdadeiramente constroem e produzem a vida e as riquezas diariamente nesta sociedade. O sistema que servia e serve até hoje apenas aos que nos dominam para que continuem a nos dominar precisava ser destruído e só quem o poderia fazê-lo era quem mais sofria com ele – as trabalhadoras e os trabalhadores.
Não demorou muito para compreender que conspirar contra o capitalismo precisava ser uma tarefa científica e que era preciso um instrumento consciente na construção dessa nova sociedade, um partido de organização da classe que seria capaz de ser elemento catalisador rumo á revolução socialista. Um partido que tenha um programa real para a emancipação da classe trabalhadora que eu entendo que daqui a alguns anos pode ser outro nome, outra sigla, mas que hoje é PCdoB.
Não demorou pra eu entender que na luta de classes, na luta por uma outra sociedade, é preciso tomar partido.
Um partido que luta ombro a ombro com a classe trabalhadora, que defende um programa rumo à transformação radical desta sociedade, que entende que a juventude e os trabalhadores são os protagonistas dessa transformação, um partido para a juventude indignada, um partido de mulheres e homens, negras, homossexuais, oprimidos e explorados.E nesse partido que travo uma missão minha ser candidata a vereadora pelo JOVENS nessas eleições. Nessa comemoração eu mais dois camaradas Ritley Alves e Leticia Oliveira, fomos até Goiás subimos no morro mas alto e estendemos a bandeira do Partido Comunista, em homenagem a todos filiados ao partido comunista, a todos que ainda serão  comunista, 1,2,3,4,5,,mil e viva o partido Comunista do Brasil.
Um partido que não é perfeito e não está pronto, mas que construímos cotidianamente nas lutas. Um partido que tenho orgulho de construir junto a camaradas valorosos.
E POR ISSO QUE EU SOU COMUNISTA.
                                                                                                       Jéssica Wuiner

terça-feira, 12 de junho de 2012

Os meus sonhos são meus

           
                      Eu digo que meus sonhos são meus e que ninguém pode interferir neles, se meu sonho faz parte de mim eu morreria sem ele, eu busco a distancia das coisas que o ameaçam, aproximam me das pessoas que os inflamam de um forma positiva, me mantenham atenta aos olhares que os cercam o cobiçando e querendo ele para si, não gosto da inveja que é o que persegue ás pessoas até mesmo a mim, me incomoda ás falas desanimadoras, tocam fogo neles, quando dizem que não posso, que não consigo...o medo não me para ou toma conta de mim, so me incentiva a seguir...
 
 

Ao meu eterno amor...

Ao meu eterno amor, a defesa do povo brasileiro. Aos soldados de uma nova guerra, a essa juventude aguerrida que não se cansa e nem se cala diante da opressão de suas palavras, um salve a essa juventude que cada dia, mas desperta o sonho em, mas jovens, a essa juventude que não apenas espera dias melhores, mas a juventude que com a cara pintada vai ás ruas, em busca de um País dos nossos sonhos. Que não diferente de todos ama.

O que você faria se não tivesse medo?

                  Acabo de chegar de mais um congresso, debatemos e deliberamos uma série de coisas, e voltei como uma pergunta a me indagar, a pegunta era a seguinte: "O que você faria se não tivesse medo?".
                 A perguntava pairava sobre minha cabeça, e então dividi com o coletivo, e me supreendi com as respostas, alguns dizeram que pulariam de paraquedas, outros que transformariam, que fariam tudo que tem direito e o que não tem, fariam revolução e um até que mataria, sim, faria luta armada pra mudar o sistema que elima milhões por dia, no meio das minhas perguntas um ousou a me perguntar;  E você Jéssica? O que faria se não tivesse medo? 
           Achei que não saberia responder com sinceridade a pergunta,afinal todos nós temos medo, medo inclusive de admitir qual é nosso medo, como houve a resistência de muitos,podemos e devemos superar nossos medos então, engoli a seco, e respondi:
Sem dúvidas eu amaria, me entregando ao abismo que é amar, sem medo de cair ou sofrer, ou ralar o joelho...simplismente amar passou a ser o meu maior medo.
              Me vi em total desepero, não saber amar, se trataria disso? Ou apenas de uma armadura? que me blindasse das angústias, que a posse e não o amor pudesse trazer?
               O amor ficou sem cor, não me parecendo mas atraente, me deixando a retarguarda em alerta, de coração fechado por mas que eu queira meu coração diz, pare, e eu paro.
             Por fim gostaria de perdir ás pessoas que lerem este texto se não tiverem medo que respondam a seguinte pergunta:
                        O que você faria se não tivesse medo???
       

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Bruxinha na escolha de amar.

No dia de hoje ao voltar de mas uma jornada, olhei para a lua ela se encontrava amarelada , quase vermelha, fiquei com medo um certo receio, talvez fossse um sinal da lua pra mim, do que eu devia ou não fazer.
Hoje tive que escolher um foco na minha vida, ou militar ou amar, impossível fazer ás duas coisas, pelo menos não por agora, não sei se a lua queria me dizer com que parasse ou seguísse em frente, mas eu segui.
Militar pra mim e algo que já nem pode mas se retirado da minha pele, está na minha essência faz parte dos genes da mãe lua e do pai terra da qual deram origem à essa bruxinha aqui. Não sei se eu tomei a decisão certa, se terminar um relacionamento vai me fazer bem ou me deixar mas livre pra militar, mas simplismente sei que ao olhar pra minha mãe ela estava azul, eu derramava algumas lágri,as escondidas, mas com a decisão firme de que viveria : Sem pressa da Aurora;
 jéssica Wuiner (BRUXINHA)

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O começo de tudo, tão simples;


Amanhece o dia, já sabemos que muitas lutas vêm aí, não dá para não ver o sol nascer e não imaginar que o dia da revolução será hoje, e com essa esperança que acordamos, eu podia citar muitos motivos políticos pelo qual me trouxeram a ser líder estudantil, mas a política eu adquiri com o tempo na militância, então  eu prefiro ser honestas com vocês, em 2002 eu chegava em Goiânia, tinha eu apenas 8 anos, alias eu faria 8 anos no dia em que chegará em Goiânia, 17 de Dezembro de 2012 era meu aniversário, minha mãe havia comprado um bolo na padaria de campinas, esse bolo tinha um buraco no meio e não havia como colocar ás velas,então minha mãe colocou um pão no meio do bolo e cobriu com a deliciosa cobertura de chocolate, e sobre ele a vela cor de rosa no formato de numero oito, foi á mas marcante festa de aniversário da minha vida...minha casa tinha um quarto uma sala, uma cozinha e um banheiro, nós espalhávamos os colchões sobre a casa, eu meu irmão, minha mãe e meu pai, a casa era alugada pequena mas confortável. Lembro-me que fazia frio em Goiânia e nós não tínhamos roupas de frio, nem cobertores direito, foi quando aqui a maior luta de nossa vida começava a ser travada, o dinheiro era curto, minha mãe empregada domestica e meu pai porteiro no prédio da família Rassi, fazia hora extra a noite para dar conta das contas da casa, além disso, minha mãe caminhava toda manhã de campinas para o centro para o dinheiro do vale transporte pudéssemos comprar o gás, por exemplo, meu pai ia de bicicleta.Perto de casa havia uma feira, sempre que ela estava no fim meu irmão passava por lá pedindo o que sobrará da feira para aproveitarmos na feira, ou comprar mas barato,a noite juntávamos latinha na ruas, com o dinheiro comprávamos miçangas e fazíamos chaveiros , meu irmão estudava de manhã, eu a tarde, enquanto eu fazia chaveiro de manhã a tarde meu irmão os vendia  depois de me levar na escola e  fazer suas tarefas, em 2003 que fomos matriculados aqui, no colégio Damiana da Cunha em campinas lembro me que eles não permitiam a entrada de alunos sem uniforme, agente gostava tanto de ir pra escola, e eles não nós queriam lá era difícil, mas os vizinhos gostavam muito da gente e um dia uma de nossas vizinhas parou meu irmão e lhe deu um par de uniforme, nossa me lembro do sorriso do meu irmão a felicidade de meus pais sem contar a gratidão, foram sempre anjos como esses que estiveram presentes em nossas vidas, e por isso que nunca desistimos Deus parece saber a hora certa de me dar esperança, o que isso tudo tem haver com o que me motiva a lutar?

Dedicatória

Ao meu eterno amor, a defesa do povo brasileiro. Aos soldados de uma nova guerra, a essa juventude aguerrida que não se cansa e nem se cala diante da opressão de suas palavras, um salve a essa juventude que cada dia, mas desperta o sonho em, mas jovens, a essa juventude que não apenas espera dias melhores, mas a juventude que com a cara pintada vai ás ruas, em busca de um País dos nossos sonhos. Que não diferente de todos ama.